Abridef apresenta “Selo de Qualidade” na Reabilitação

A Associação Brasileira de Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência (Abridef) marcou sua participação na Reabilitação Feira+Fórum com a apresentação do “Selo de Qualidade Abridef”. A iniciativa considerada pioneira tem como objetivo regularizar o mercado que movimenta atualmente cerca de R$ 3,5 bilhões. “Temos em média cerca de 7.500 empresas no setor, que comercializam seus produtos sem qualquer validação de qualidade. O selo vem para contribuir e certificar esta demanda, o que representará uma auto-regulação do mercado”, afirma o presidente da entidade, Rodrigo Rosso.

A Abridef será encarregada de elaborar os procedimentos que deverão ser seguidos, obedecendo à regulamentação e normas técnicas já existentes, tanto brasileiras quanto estrangeiras e credenciar os laboratórios e empresas certificadoras que deverão ser procurados pelos interessados em obter o selo. O Instituto Totun avaliará as empresas interessadas em adquirir o selo, seguindo manual da Abridef. “O selo da é uma iniciativa inédita, o que motivou ainda mais o Instituto Totum a trabalhar em parceria com a instituição. Seguindo o manual, vamos acompanhar e avaliar todo o processo da certificação”, explica Fernando Lopes do Instituto Totum.

O próximo passo fase para ativar o “Selo de Qualidade Abridef”, segundo Rosso será buscar o apoio financeiro do governo federal através dos recursos do Plano “Viver Sem Limite”. “A certificação colaborará não somente para o consumidor final que terá um produto de qualidade validado, mas também, uma ferramenta do governo para regularizar o mercado. Nosso setor precisa se modernizar, mas de forma ordenada e ética, seguindo normas e padrões”, complementa o presidente da Abridef.

O projeto prevê várias fases, a primeira de quatro anos, em que poderão pleitear a certificação produtos como: aparelhos auditivos convencionais, cadeiras de rodas manuais e motorizadas, componentes para próteses, lupas eletrônica e manual, órteses e plataformas residenciais e veiculares. A lista foi escolhida nesta primeira etapa de certificação porque envolve produtos que o Governo mais licita e compra. A ideia é que, no futuro, sejam incluídas nas licitações as normas utilizadas para a obtenção do selo, garantindo para o próprio governo a aquisição de produtos com real qualidade.

Na fase inicial também poderão solicitar a certificação empresas de serviços, como consultorias em acessibilidade, lojas de produtos e equipamentos médico-hospitalares e oficinas ortopédicas.

Sobre a expectativa das empresas em relação ao selo, Rosso é otimista. “A certificação de certa forma vai amparar um mercado que está em evolução, mas sem acreditação de seus produtos. As empresas já estão em contato com a entidade para buscar informações sobre o selo. O que demonstra um interesse positivo”, finaliza Rosso. Fonte: Reabilitação

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Passo Firme – 19.08.2012

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