Kit cirúrgico de amputação do século 19 em exposição nos EUA

Até meados do século XIX, antes de certas descobertas que possibilitarem a realização de grandes cirurgias, as opções limitavam-se a operar com tais equipamentos um paciente acordado, com grande risco de infecção
Até meados do século XIX, antes de certas descobertas que possibilitarem a realização de grandes cirurgias, as opções limitavam-se a operar com tais equipamentos um paciente acordado, com grande risco de infecção

Se você apenas olhasse para a imagem sem saber do que ela se trata, acharia o kit bonito e mesmo elegante – isso até imaginar alguém sendo realmente amputado com essas ferramentas.

Sim, temos que agradecer imensamente pelo desenvolvimento da medicina, especialmente porque essas simples facas (pra quê será que servia aquela curvada?) eram usadas nas pessoas provavelmente sem anestesia – o único jeito de lidar com a dor era desmaiar para ter pelo menos alguns segundos de alívio.

Até meados do século XIX, antes de certas descobertas que possibilitarem a realização de grandes cirurgias, as opções limitavam-se a operar um paciente acordado, com grande risco de infecção (nem precisamos mencionar que eles não tinham antibióticos, outra invenção abençoada de 1929).

Mas, na década de 1840, dentistas americanos se tornaram pioneiros no uso primeiro de óxido nitroso e depois de éter como anestésicos. Este último foi logo adotado na Europa para fins cirúrgicos.

Os instrumentos mostrados acima fazem parte de uma exposição encerrada nesta sexta-feira (31) na Universidade de Drexel (EUA) na Filadélfia, intitulada “A Legacy of Art, Science & Industry: Highlights from the Collections of Drexel University” (em português, “Um legado de arte, ciência e indústria: destaques da coleção da Universidade de Drexel”).

Aproximadamente 90 objetos dos séculos 15 a 20, incluindo pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, livros raros, documentos históricos, cartazes políticos e figurinos históricos também estão na amostra.

“Esta exposição lindamente reúne exemplos de criatividade e habilidade que foram preservados por toda a universidade para as gerações”, disse o Dr. Luther Weldon Brady Jr, presidente honorário da exposição. “Estou emocionado por fazer parte de tornar essa coleção disponível, cumprindo o papel pessoal e histórico das coleções da universidade: iluminar o passado e informar e inspirar as novas gerações”.

Fonte: Hype Science | Via Mundo Estranho

Passo Firme – 31/05/2013
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