Vídeo mostra enfaixamento correto do coto de amputação

A Associação Portuguesa de Amputados (Andamus), em parceria com os estudantes do Curso de Som e Imagem da Universidade Católica daquele país, elaboraram um conjunto de videos didáticos acerca de diversas temáticas em redor da amputação. Neste primeiro vídeo, um fisioterapeuta explica como deve ser a “bandagem”, ou enfaixamento, do coto de um amputado em nível transfemural (coxa). Dicas simples, mas ainda desconhecidas por muitos amputados. Recomendo!

Fonte: Andamus

Passo Firme – 25/06/2014
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Evento sobre acessibilidade no TRT/BA traz fortes lições de cidadania

O evento, o primeiro do gênero realizado pela Justiça do Trabalho da Bahia, marcou as comemorações pelo Dia Internacional das Pessoas com Deficiência | Foto: Secom TRT5
O evento, o primeiro do gênero realizado pela Justiça do Trabalho da Bahia, marcou as comemorações pelo Dia Internacional das Pessoas com Deficiência | Foto: Secom TRT5

O maior obstáculo enfrentado por pessoas com deficiência é o preconceito e a ignorância da sociedade. São esses fatores que os levam a se deparar com outros problemas rotineiros, como a falta de adequação da infraestrutura e a dificuldade de integração social. Esse panorama foi descortinado na última terça-feira (3/12), durante o 1º Encontro de Acessibilidade realizado pela Comissão de Acessibilidade do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, na Bahia, um evento que se destacou pela riqueza de conteúdos. A abertura do Encontro, realizado na Sala de Sessões do Pleno, contou com a participação do presidente do TRT5, desembargador Valtércio de Oliveira, que destacou a necessidade de afastar de todos a ideia preconcebida de que deficiências impedem a eficiência. Um dos exemplos claros de que isso não procede é o sucesso do convênio celebrado pelo Tribunal com a Apada – Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos (em apenas cinco meses, eles digitalizaram cerca de 5 mil processos, eliminando por completo um importante congestionamento no Tribunal).

Banda Batuque de Surdos | Foto: Secom TRT5
Banda Batuque de Surdos | Foto: Secom TRT5

DEPOIMENTOS – Na sequência, foi exibido um vídeo (veja acima) produzido pela Secretaria de Comunicação do TRT5, com  depoimentos de quatro servidores da instituição. Por meio de seus exemplos de vida, demonstraram o quanto pessoas com deficiências podem conquistar o seu espaço na sociedade de maneira efetiva e bem-sucedida, tanto no âmbito do trabalho, como na vida pessoal. Mas sem deixar de trazer à baila também, por outro lado, o quanto a falta de preparo das pessoas e dos ambientes dificulta essa trajetória.Em seguida houve a apresentação da Banda Batuque de Surdos da Apada (foto). Com 10 integrantes, tocando instrumentos de percussão, o grupo encantou a plateia pela tranquilidade na harmonização dos ritmos em sintonia com o que ditava o professor e regente Hilbert Ramos, que explicou: ‘Surdos sentem a vibração da música no peito’. A surpresa do público foi ainda maior quando uma das alunas, Jaiana Cerqueira, de 15 anos, assumiu a regência sem hesitar, mantendo em alta o nível da apresentação.

Desembargadora Graça Boness | Secom TRT5
Desembargadora Graça Boness | Secom TRT5

MERCADO DE TRABALHO – Após um breve intervalo, a desembargadora Maria das Graças Boness (foto) falou sobre a dificuldade de inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. Os números que ela trouxe, do IBGE, bem demonstram isso: das 45,6 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, apenas 5% têm a oportunidade de trabalhar regularmente. ‘Além da deficiência em si e todo o preconceito em torno dessa condição, essas pessoas enfrentam a baixa escolaridade, provocada pela dificuldade de acesso às escolas ou até mesmo pela falta de preparo das famílias, que adotam atitudes paternalistas em detrimento do seu desenvolvimento como cidadãos autônomos”, destacou a magistrada.A desembargadora destacou que a partir da  Lei 8.213 de julho de 1991, que estabeleceu cotas para deficientes de 2 a 5% em empresas com mais de 100 empregados, houve alguma melhora, embora  lenta. ‘Em 1993, quando era titular da 7ª Vara de Salvador, fui a primeira juíza do Brasil a julgar um processo envolvendo o cumprimento dessa legislação, pois na época ainda se discutia a competência da Justiça do Trabalho. Era uma ação civil pública contra uma grande rede de supermercados local, que se negava a cumprir a cota. Eu julguei procedente a ação, estabelecendo multa diária, e essa sentença acabou tendo grande impacto. Já no ano seguinte, uma outra rede de supermercado firmou convênio com a Apada para contratação de deficientes sensoriais’, lembrou.

Fundadora de associação para educação de autistas, a Escola Evolução, a desembargadora Graça Boness destacou ainda que a inserção de pessoas com deficiências mentais tem sido ainda mais complexa e, por isso, a instituição tem investido em atividades que os preparem para exercerem algumas funções laborais – padaria, plantio orgânico e instrução para equitação. A participação da magistrada foi encerrada com a apresentação de um vídeo com a canção Stand by me, executada por deficientes do grupo Playing for change, que luta pelo respeito aos direitos dos diferentes.

Levi Wenceslau | Foto: Secom TRT5
Levi Wenceslau | Foto: Secom TRT5

CIDADANIA – O evento prosseguiu com a presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos e membro do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência (Coede Bahia), Luíza Câmara, que dedica-se há 37 anos à luta pela defesa dos direitos de pessoas que adquiriram ou nasceram com limitações físicas. Ela destacou que antes de tudo eles devem ser vistos como cidadãos, e que o acesso a cidadania deve ser garantido.Depois delas, o escritor tetraplégico Levi Wenceslau deu um bem-humorado depoimento sobre como as pessoas confundem as deficiências, e acabam falando muito alto com quem é cego ou até  tratando como incapacitado mental ou mudo aqueles que têm dificuldades meramente motoras ‘Já aconteceu de se dirigirem ao meu acompanhante para perguntar o meu nome, idade e sobre o que aconteceu comigo’, contou.  Embora não tenha sido nada fácil se acostumar com deficiência adquirida com um acidente de carro, ele acabou enfrentando a sua nova condição de forma criativa, narrando agruras e aventuras em um livro chamado ironicamente de Cadeira Elétrica.

José Márcio Soares Nunes | Foto: Secom TRT5
José Márcio Soares Nunes | Foto: Secom TRT5

A última palestra foi do educador José Márcio Soares Nunes, que destacou o lado pouco efetivo de algumas medidas apresentadas pelos poderes públicas como facilitadoras de acesso. ‘De nada adianta baixar normas, leis protetivas, enquanto não houver a garantia de que vamos encontrar profissionais preparados em áreas básicas, como na saúde e na educação”.Para fechar o evento, os deficientes visuais do Grupo de Teatro Noz Cego apresentou uma esquete intitulada O Outro lado da Página, provando que a arte de representar – incluindo a habilidade de se posicionar corretamente, com segurança e talento, no palco – independe da visão.

Fonte: Secom TRT5 (Valdicéa do Val)

Passo Firme – 04/12/2013

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Supera dor, o preconceito e dá uma lição!

Mesmo com todas as dificuldades, a formatura, em dezembro de 2009, marcou mais uma vitória para Valdete Dias | Foto: Arquivo Pessoal
Mesmo com todas as dificuldades, a formatura, em dezembro de 2009, marcou mais uma vitória para Valdete Dias | Foto: Arquivo Pessoal

É com imenso prazer e grande admiração que posto aqui no blog uma matéria sobre a história de vida e superação de Valdete Dias (foto), uma guerreira natural de Piúma-ES que, em 1990, teve as duas pernas amputadas em decorrência de um acidente de ônibus quando estava – acreditem – à caminho da Lua de Mel. A matéria, escrita por Luciana Maximo, foi publicada no último dia 30 de outubro no Jornal Espírito Santo Notícias.

Val (ao centro) na companhia de outros pacientes do CMW, clínica que a acompanha desde 2011 | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme
Val (ao centro) na companhia de outros pacientes do CMW, clínica que a acompanha desde 2011 | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme

Tive a honra de conhecer a Val (como os amigos costumam chamá-la) em novembro de 2011, quando iniciava – ainda temeroso e apreensivo – o meu processo de reabilitação com prótese no Centro Marian Weiss (CMW), em São Paulo, de onde somos pacientes. Acompanhada de uma amiga de mesmo nome, aquela moça me encantou não apenas pela beleza, mas também pela grande história de superação e pelo belo sorriso, marca registrada de sua fisionomia.

O caso dessa piumense arretada nos ensina que, por mais difícil e intransponível um problema possa parecer, temo um Deus que é superior a todos eles e nos auxilia a superar qualquer adversidade! Confira a matéria e veja como a vida pode nos surpreender…

Lázaro Britto

Também no CMW | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme
Também no CMW | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme

Perde as duas pernas na lua de mel, supera a dor, o preconceito e dá uma lição!

Por Luciana Máximo

Ela tinha apenas 21 anos. Estava a caminho da lua de mel em Cabo Frio/RJ, após dois dias do seu casamento na década de 90. Um acidente de ônibus mutilou a jovem que se preparava para começar uma vida repleta de projetos. 23 anos depois, Valdete Dias conta sua história de vida e deixa uma lição de superação e se recusa a culpar Deus e o destino.

“Estava no ônibus a caminho da lua de mel dois dias após o meu casamento. A viagem até Cabo Frio foi interrompida no trevo de Piúma. O veículo capotou e fiquei presa nas ferragens. Tive uma amputação imediata. Oito dias mais tarde, perdi a outra perna, na altura da coxa, devido a uma infecção hospitalar.

Meus planos nunca mudaram, o que mudou completamente foi a vida. Tive que reaprender a andar, fiquei um ano internada por causa da reabilitação. Após sair do hospital, precisei voltar a viver. Eu precisava viver! E era uma nova vida onde eu tinha que adaptar tudo. Três anos após o casamento, chegou meu filho Felipe. O casamento acabou após alguns anos.

Na prática, minha vida se tornou “normal”. Vivo em função das próteses, me aposentei e nunca mais pude trabalhar.

Tive contato com a arte na terapia ocupacional. Sempre fui professora da rede municipal de Piúma, trabalhando com educação infantil. A nova vida fez com que eu me apaixonasse pela arte. Isso me levou a pintar as telas que hoje são o meu sustento. Especializei-me e dou aulas em meu ateliê, em casa. Durante vários anos ministrei cursos na Associação das Famílias de Pescadores de Piúma e hoje, graças a Deus, levo uma rotina normal e sou muito feliz. Para muitos, a vida acaba quando uma tragédia ocorre na vida delas, para mim, foi um recomeço”.

Na companhia do Dr. Marco Guedes, fundador do CMW, em uma confraternização promovida todo fim de ano pela clínica | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme
Na companhia do Dr. Marco Guedes, fundador do CMW, em uma confraternização promovida todo fim de ano pela clínica | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme

BARREIRAS – Valdete bateu esse papo na praia, tomando água de coco, de bem com a vida. Mas, nem tudo são flores para a artista. O preconceito e a falta de acessibilidade são barreiras que ela precisa transpor diariamente. Segundo ela, não há calçadas adaptadas e os prédios acabam por excluir as pessoas com necessidades especiais, inclusive a Prefeitura e demais órgãos públicos, que deveriam dar o exemplo.

“Piúma é um problema para quem tem deficiência. Se eu tiver de sair de casa de cadeiras de rodas, não tenho como andar. Os bares não têm rampas, os hotéis não são adaptados. Tenho amigos que gostariam de passar uma temporada aqui, mas não há hotel adaptado. Já fiz uma pesquisa e no momento não tem nada. Para vir à praia é outro problema, não temos um calçadão, rampas. Outro dia uma amiga me perguntou se aqui não tinha a cadeira anfíbia (uma cadeira de rodas para o deficiente entrar na água). Eu disse: ‘aqui não tem nem um calçadão apropriado… quem dirá uma cadeira anfíbia!’”, brincou.

Valdete vai além: “Sem direito de entrar no mar, de curtir um show na orla. Se houver um show não dá para vir, não tem vagas de estacionamentos para pessoas com necessidades especiais, é um problema para estacionar. Eu tenho carro adaptado, posso me locomover para alguns lugares, mas quem não tem, fica impossível. Não tem como andar de cadeira na rua”.

Desta vez, na companhia de Jenifer Patricia e Mônica Yamaoka, enfermeira e fisioterapeuta do CMW, respectivamente | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme
Desta vez, na companhia de Jenifer Patricia e Mônica Yamaoka, enfermeira e fisioterapeuta do CMW, respectivamente | Foto: Lázaro Britto / Blog Passo Firme

PRECONCEITO É O PIOR – Solteira, a professora afirma que o pior não é conviver com a deficiência e a falta de acessibilidade. Valdete sente na pele o preconceito velado da sociedade. Ela relata uma experiência que mostra o despreparo do ser humano para conviver com as diferenças. Um dia, em um barzinho, um rapaz a paquerava. Ela estava sentada. Quando se levantou e pegou as muletas, ele se transformou, passou a olhá-la de outra forma.

“Sempre tem preconceito. Às vezes as pessoas acham que, por não ter as pernas, sou incapaz de fazer alguma coisa, até mesmo de ter namorados. Outras vezes quando chego a algum lugar as pessoas param, olham, acham que é uma coisa de outro mundo. Quando estou sem as próteses, as pessoas se impressionam mais ainda”, segredou.

A artista deixa uma lição. “Uma coisa eu aprendi: A gente deve sempre olhar para o lado e para trás, porque sempre há alguém em situação pior que a nossa. Muitas das vezes sempre reclamamos que não temos algo. Conheço pessoas que não tem os quatro membros e são felizes. Eu só não tenho dois, eu tenho meus braços, minha cabeça boa. Existem pessoas que não conseguem nem se locomover e também são felizes. Aos acomodados, digo que devem agradecer pelo que tem e não reclamar do que não tem”.

Val ao lado de algumas das pinturas em tela que ensina em seu ateliê, em Piúma-ES | Foto: Arquivo Pessoal
Val ao lado de algumas das pinturas em tela que ensina em seu ateliê, em Piúma-ES | Foto: Arquivo Pessoal

Atualmente Valdete ministra aulas de pintura em tela e tecido, três horas diárias, na própria casa. Para os interessados, o ateliê fica na Rua Manoel Português, 950, no Centro de Piúma.

Fonte: Espírito Santo Notícias

Passo Firme – 05/11/2013
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Sem dinheiro para cirurgia, chinês amputa sozinho a perna direita

Zheng Yanliang, de 47 anos, começou a sentir fortes dores nas pernas em janeiro de 2011, de acordo com reportagem do “Huffington Post” | Foto: Reprodução
Zheng Yanliang, de 47 anos, começou a sentir fortes dores nas pernas em janeiro de 2011, de acordo com reportagem do “Huffington Post” | Foto: Reprodução

Confesso que não acreditei na notícia quando a li pela primeira vez! Lembram da “mão biônica made in China“? Conheçam agora a mais nova técnica ‘chinesa’ para amputação de membros…

Um pequeno agricultor de Boading (China), que sofre de gangrena decorrente de embolia, amputou sozinho a própria perna direita por não ter dinheiro para pagar a cirurgia de remoção do membro recomendada pelos médicos.

Zheng Yanliang, de 47 anos, começou a sentir fortes dores nas pernas em janeiro de 2011, de acordo com reportagem do “Huffington Post”. Os médicos que o chinês consultou lhe receitaram fortes analgésicos, mas os remédios não fizeram qualquer efeito. Com a saúde deteriorada e sem dinheiro para a amputação, Zheng ouviu dos médicos que só tinha três meses de vida.

O agricultor decidiu reagir. Em uma noite de abril de 2012, ele usou uma serra e uma faca para amputar a perna direita, menos de 14 centímetros abaixo do quadril.

“Usei a faca para cortar a pele a ponto de eu poder ver o osso. Então usei a serra para cortar o osso. Eu tinha um cinto apertando a perna para conter o vazamento de sangue”, disse Zheng ao “Huffington Post”, acrescentando que, durante o doloroso processo, a serra chegou a quebrar uma vez.

O drama do chinês não acabou. Ele precisará amputar a outra perna. Mas, segundo o “Daily Star”, um médico de Xangai se ofereceu para fazer a cirurgia gratuitamente.

A pequena propriedade rural, que garante apenas a alimentação diária da família, está sendo cuidada pela esposa de Zheng. A única filha do casal trocou a escola por um emprego a fim de ajudar os pais.

Fonte: O Globo | Via “Huffington Post”

Passo Firme – 19/10/2013
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Garoto e golfinho amputados nadam juntos nos EUA

O encontro aconteceu no tanque do Aquário Marinho de Clearwater, nos EUA, no dia 16 de agosto, mas a imagem foi divulgada no último domingo (1º) pela agência Associated Press.
O encontro aconteceu no tanque do Aquário Marinho de Clearwater, nos EUA, no dia 16 de agosto, mas a imagem foi divulgada no último domingo (1º) pela agência Associated Press.

Foi um sonho tornado realidade: Winter, uma golfinho com uma cauda artificial, recebeu no aquário Cieran Kelso, um menino de oito anos que perdera as pernas devido a uma meningite. Os dois brincaram juntos, como a criança sempre quis.

Winter, uma fêmea de golfinho que perdeu a cauda num acidente com uma armadilha para caranguejos, tornou-se na estrela do Aquário Marinho de Clearwater, nos Estados Unidos. O espaço passou, em 2005, por uma grave crise econômico e só a presença de Winter, que passou a usar uma prótese, permitiu quadruplicar o número de visitantes e salvar o aquário.

Nesse mesmo ano de 2005, uma criança perdeu as pernas, no Reino Unido, devido à meningite. Cieran Kelso era ainda bebé, mas já adorava nadar. O pai, com a ajuda da madrasta, conseguiu confecionar umas barbatanas que podem ser acopladas às próteses, permitindo ao menino continuar a nadar.

Separados por um oceano, a golfinho e o humano nadaram juntos (veja o vídeo) no último dia 16 de agosto (mas só recentemente Associated Press divulgou o caso). Cieran Kelso adora cetáceos desde que viu, há dois anos, o filme “Winter, o Golfinho”, que narra a amizade entre um menino e um golfinho que perdera a cauda numa armadilha para caranguejos. Ao saber desta história, uma agência de viagens da Flórida (EUA) tratou de juntar Winter e Cieran Kelso.

Assim, a 16 de agosto, o menino de oito anos com próteses conseguiu brincar e nadar com um golfinho com próteses.

Fonte: PT Animal | Via Mail Online e Associated Press

Passo Firme – 05/09/2013
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Cão amputado de duas pernas tem recuperação incrível

Dominic foi amputado e, com apenas duas pernas, brinca como qualquer outro | Foto: Divulgação
Dominic foi amputado e, com apenas duas pernas, brinca como qualquer outro | Foto: Divulgação

Aos cinco meses, o cão galgo Dominic (foto) sofreu um acidente de carro e perdeu duas pernas. Teve que amputar.

A família ficou arrasada. Mas ao acordar da cirurgia, Dominic mostrou a todo mundo que ele é muito mais forte do que pensam.

Em pouco tempo, já estava correndo. E quando voltou para casa, reencontrou ainda a namorada no portão.

Encante-se com ele!

Fonte: Blog Patas ao Alto | R7

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Passo Firme – 31/08/2013
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Brasil leva 11 ouros no Mundial Paralímpico de Natação em Montreal

Equipe brasileira vibra com o ouro e o recorde americano do revezamento (Foto: Marcelo Régua/CPB)
Equipe brasileira vibra com o ouro e o recorde americano do revezamento (Foto: Marcelo Régua/CPB)

O Brasil encerrou no domingo (18) a sua participação no Mundial Paralímpico de Natação em sexto lugar no quadro geral de medalhas. Os atletas do País subiram ao pódio 26 vezes em Montreal, no Canadá, que recebeu a competição, com 11 medalhas de ouro, nove de prata e seis de bronze.

Daniel Dias foi o maior vencedor do Brasil em Montreal, com seis ouros, além de duas pratas. André Brasil faturou três ouros e também três pratas. As outras medalhas de ouro do Brasil foram conquistadas por Roberto Alcalde e Susana Schnarndorf. O quadro de medalhas foi liderado pela Ucrânia, com 33 ouros, 22 pratas e 29 bronzes.

Principais representantes da natação paralímpica brasileira, Daniel Dias e André Brasil encerraram a participação no Mundial com a conquista de mais uma medalha de ouro cada. Daniel venceu a disputa dos 50 metros livre classe S5 e Andre levou o ouro nos 50 metros livre S10.

No Mundial anterior, em 2010, o Brasil também faturou 26 medalhas, mas 14 de ouro, todas conquistadas por André Brasil e Daniel Dias em provas individuais. Assim, Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, fez um balanço positivo da participação em Montreal.

“Ficamos exatamente onde planejamos terminar esta competição, nos mantendo entre as principais forças da natação mundial. O que mostra que continuamos seguindo o nosso planejamento rumo ao Rio/2016”, afirmou o dirigente, destacando o surgimento de novos nomes na natação paralímpica do Brasil.

“Além da confirmação da força de Andre Brasil e Daniel Dias, a competição no Canadá apresentou novos e jovens medalhistas, como Roberto Alcalde, Talisson Glock e Matheus Rheine, nos deixando animados para o futuro. E ainda tivemos o ouro, muito comemorado da Suzana Schnardorf, que apesar de não ser jovem, está no esporte paralimpico há apenas três anos”, completou.

Fonte: Clic Folha | Via Estadão Conteúdo

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Passo Firme – 21/08/2013
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Vídeo: Lutador amputado vence em estréia no WSOF

Nick Newell, lutador sem a mão e parte do antebraço esquerdos, está invicto no MMA
Nick Newell, lutador sem a mão e parte do antebraço esquerdos, está invicto no MMA

Lutador com amputação congênita no antebraço esquerdo, Nick Newell mostrou para o mundo que suas limitações físicas não são impeditivos para atuar em alto nível no MMA profissional e mantém-se invicto na carreira com 10 vitórias consecutivas.

O profissional americano de 27 anos enfrentou no último sábado (10) Keon Candwell pelo evento WSOF 4, promoção em franca ascensão que busca fazer frente ao UFC com grandes atletas de alto nível em seus espetáculos.

Nick mostrou por mais uma vez que é capaz de atuar como profissional independentemente de sua amputação, mostrando-se invejável em sua técnica e preparo físico como atleta, finalizando seu adversário.

Assista abaixo a luta:

Fonte: MMA Space

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“LUTAR COM UM BRAÇO É ALGO MALUCO”, DIZ PRESIDENTE DO UFC

Passo Firme – 12/08/2013
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Primeiro transplantado de duas pernas precisou ser amputado

O cirurgião espanhol Pedro Cavadas, que conduziu a operação de 10 horas do transplante, em uma entrevista coletiva em no Hospital La Fe, em Valência.
O cirurgião espanhol Pedro Cavadas, que conduziu a operação de 10 horas do transplante, em uma entrevista coletiva em no Hospital La Fe, em Valência.

O primeiro homem a ter duas pernas transplantadas precisou ser amputado “devido a complicações de uma doença que não está relacionada com o transplante”, anunciou nesta terça-feira o hospital espanhol onde ele foi submetido a operação em julho de 2011.

“O paciente transplantado no Hospital La Fe em 2011 precisou ser submetido a uma cirurgia para amputar as duas extremidades enxertadas (…), porque sofria de complicações por uma doença que não está relacionada com o transplante”, indicou o hospital público, localizado em Valência, na costa leste da Espanha, em um comunicado.

“Para receber o tratamento adequado para esta doença, ele precisou parar de tomar o tratamento imunossupressor que precisava após o transplante, já que estes medicamentos dificultam o processo de recuperação”, explicou a instituição.

“Nestes casos, o protocolo estabelece que, se o órgão transplantado não é um órgão vital, deve ser removido do paciente, de modo que ele possa receber um tratamento para a doença que parece ser a mais grave e urgente”, afirma o hospital, que explicou não ter sido autorizado pelo paciente a dar mais informações sobre o seu estado de saúde.

O transplante foi realizado em julho de 2011 pelo cirurgião espanhol Pedro Cavadas em um jovem biamputado, que foi condenado a viver numa cadeira de rodas. Este cirurgião realizou em 2008 o primeiro transplante duplo de braço na Espanha, o segundo no mundo, e em 2009 o primeiro transplante de rosto na Espanha. O transplantado, cuja identidade não foi revelada, tinha perdido as duas pernas em um acidente de carro e teve de ser amputado acima do joelho.

A Espanha manteve-se em 2011 como o primeiro país no mundo em transplantes de órgãos, apesar da crise, de acordo com dados da Organização Nacional de Transplantes (ONT), com mais de 4.200 transplantes realizados e uma taxa de 35,3 de doadores por milhão de habitantes, contra 28,1 em Portugal, 26 nos Estados Unidos e 25 na França.

Fonte: Terra Saúde | Via AFP

Relembre o caso:

PRIMEIRO TRANSPLANTE DUPLO DE PERNAS NO MUNDO É REALIZADO NA ESPANHA
PRIMEIRO TRANSPLANTADO BILATERAL DE PERNAS JÁ ANDA
VIDA X TRANSPLANTES – PLACAR 0 X 0

Passo Firme – 12/06/2013
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Australianos desenvolvem ‘olho biônico’ que pode ajudar até 85% dos cegos

Protótipo do 'olho biônico' desenvolvido na Universidade Monash: primeiro teste com a tecnologia deve acontecer em 2014 (Divulgação)
Protótipo do ‘olho biônico’ desenvolvido na Universidade Monash: primeiro teste com a tecnologia deve acontecer em 2014 (Divulgação)

Dispositivo é formado por chip implantado no cérebro e óculos com câmera, processador digital e transmissor wireless. Tecnologia deve ajudar pessoas com deficiência visual causada por doenças como glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética. Primeiro teste em paciente será feito em 2014

Um grupo de cientistas e designers australianos desenvolveu um protótipo de “olho biônico” para devolver a visão a pessoas cegas. Os testes em pacientes começarão no próximo ano. O dispositivo é composto por óculos que captam, com a ajuda de uma câmera digital, a imagem ao redor do indivíduo e enviam esses estímulos visuais a um chip implantado no cérebro. Se os experimentos envolvendo a tecnologia correrem como o esperado, ela terá o potencial de devolver a visão a até 85% das pessoas classificadas como clinicamente cegas (com pouca visão e percepção de luz ou então sem visão alguma).

A tecnologia está sendo desenvolvida por especialistas do Grupo de Visão da Universidade Monash, na Austrália. Em seu site oficial, o grupo informa que o olho biônico está sendo desenvolvido para “pessoas com deficiência visual causada por uma série de condições, como glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética. Ele também pode ajudar pessoas com danos em seus nervos ópticos ou em seus olhos causados por um trauma ou uma doença.”

Monash University
Monash University

O modelo desse olho biônico é formado por óculos e chip. Na parte da frente dos óculos, há uma câmera digital embutida que capta as imagens. Na parte interna dos óculos, existe um sensor que percebe os movimentos dos olhos e é utilizado para direcionar corretamente a câmera. Na lateral dos óculos, os especialistas inseriram um processador digital que recebe as informações visuais da câmera e as envia a um chip que deve ser inserido na parte de trás do cérebro do paciente. Esse chip, por sua vez, emite sinais elétricos ao córtex visual, que interpreta esses sinais como a visão.

“O que nós acreditamos que o paciente enxergará é uma espécie de imagem de baixa resolução, mas suficiente para identificar, por exemplo, a borda de uma mesa, a silhueta de um ente querido, um degrau na calçada ou algo do tipo”, disse Mark Armstrong, professor da Universidade Monash, ao programa de rádio PM, da Australian Broadcasting Corporation (ABC).

OUTROS TESTES — Em agosto de 2012, essa mesma equipe anunciou a implantação do protótipo do que chamou de “olho pré-biônico”. A abordagem consistiu em implantar eletrodos na retina de uma paciente com retinite pigmentosa degenerativa, um tipo de degeneração da retina que leva à perda da visão. A ideia era a de que os eletrodos enviassem impulsos elétricos para as células nervosas dos olhos e devolvessem parte da visão à paciente. De acordo com o grupo, esse método é adequado a pessoas com retinite pigmentosa e também degeneração macular relacionada à idade.

Veja outras matérias sobre o assunto:

Fonte: Veja Ciência

Leia também:

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LER BRAILE SEM TOCAR?

Passo Firme – 11/06/2013
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Novo Símbolo Internacional de Acessibilidade é adotado em Nova Iorque

novo-simbolo-acessibilidade

O novo Símbolo Internacional de Acessibilidade substitui o antigo, estático e “deficiente” ícone, que retratava uma pessoa deficiente em uma cadeira de rodas, tão estática quanto um objeto

Depois de vários anos de petições por mudança, designers da Gordon College, de Massachusetts, chegaram a uma alternativa à figura de um boneco sentado em uma cadeira de rodas. Sua nova personagem é dinâmica, inclinada para frente com os braços a postos.

“É algo que se move adiante”, Victor Calise, encarregado da Secretaria Municipal de Nova York pelas Pessoas com Deficiência, disse a The Chronicle of Higher Education.

Calise, que ele próprio ficou paralítico após um acidente de ciclismo aos 22 anos, planeja começar a espalhar a nova logo por toda a cidade de Nova Iorque neste verão.

Fonte: Rede Saci | Via Boing Boing

Passo Firme – 10/06/2013
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Especial Dia dos Namorados: ‘Não há limite para o amor’, diz casal que se conheceu durante terapia no Piauí

Casal diz que limitação física não pode ser obstáculo para a felicidade (Foto: Patrícia Andrade/G1)
Casal diz que limitação física não pode ser
obstáculo para a felicidade
(Foto: Patrícia Andrade/G1)

Vandermauro e Luzinete se conheceram em centro de reabilitação.Casal está sempre junto durante as sessões de fisioterapia.

‘Só existe uma lei no amor; tornar feliz a quem se ama’. A frase do escritor francês Stendhal define o relacionamento de Vandermauro Sousa Costa, 33 anos e Luzinete Sousa, 29 anos. O casal, que se conheceu em um centro de reabilitação de Teresina, no Piauí, durante sessões de terapia, não vê na limitação física um obstáculo para a felicidade. Para os piauienses prestes a completar sete meses de namoro só há uma lei: a de ser feliz.

Vandermauro teve o braço direito e a perna esquerda amputados após sofrer uma descarga elétrica em novembro de 2002. Após algumas cirurgias, ele começou a fazer terapia no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) e hoje usa uma prótese na perna.

A namorada Luzinete, sofre de polineuropatia, um distúrbio simultâneo que atinge nervos periféricos de todo o organismo. A doença foi uma sequela deixada pela hanseníase que a jovem teve ainda na infância. Só em 2011, Luzinete recebeu o diagnóstico e no ano passado deu início a um tratamento que incluiu sessões de hidroterapia e terapia ocupacional.

Foi entre uma sessão e outra no centro de reabilitação que o casal se conheceu e foi começando ali uma história baseada no amor, dedicação e superação. “Deus colocou ele na minha vida. O Vandermauro me ajuda e eu ajudo ele. Acho que uma pessoa que tem uma deficiência não pode deixar de ser feliz por causa disso. Não há limite para o amor”, disse Luzinete.

Namorados estão sempre juntos durante fisioterapia em Centro de Reabilitação (Foto: Patrícia Andrade/G1)
Namorados estão sempre juntos durante fisioterapia em Centro de Reabilitação (Foto: Patrícia Andrade/G1)

FUTURO – “Os planos que faço para o meu relacionamento com a Luzinete são os melhores. Ainda não estamos pensando em casamento. Vamos curtir cada momento da relação”, disse Vandermauro.

Ambos deixaram suas cidades no interior do estado para se dedicar ao tratamento na capital. Longe da família, Vandermauro e Luzinete encontram um no outro o apoio necessário para enfrentar os problemas e a saudade da família. Caseiros, eles revelam que um dos programas preferidos é ver filmes em casa e namorar.

“Ele não gosta muito de sair e eu também passei a gostar de ficar mais em casa. Temos os nossos momentos e aproveitamos bem o tempo que passamos juntos em casa”, contou Luzinete.

O carinho que um demonstra pelo outro chega a emocionar. Mesmo fazendo terapia uma vez por semana, a namorada não deixa Vandermauro sozinho nunca. A companhia durante as sessões de fisioterapia é constante e para ela não chega a ser nenhum sacrifício. No Dia dos Namorados o casal brinca e diz que a data vai ser “bem celebrada”.

Fonte: G1 Piauí

Passo Firme – 09/06/2013
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Kit cirúrgico de amputação do século 19 em exposição nos EUA

Até meados do século XIX, antes de certas descobertas que possibilitarem a realização de grandes cirurgias, as opções limitavam-se a operar com tais equipamentos um paciente acordado, com grande risco de infecção
Até meados do século XIX, antes de certas descobertas que possibilitarem a realização de grandes cirurgias, as opções limitavam-se a operar com tais equipamentos um paciente acordado, com grande risco de infecção

Se você apenas olhasse para a imagem sem saber do que ela se trata, acharia o kit bonito e mesmo elegante – isso até imaginar alguém sendo realmente amputado com essas ferramentas.

Sim, temos que agradecer imensamente pelo desenvolvimento da medicina, especialmente porque essas simples facas (pra quê será que servia aquela curvada?) eram usadas nas pessoas provavelmente sem anestesia – o único jeito de lidar com a dor era desmaiar para ter pelo menos alguns segundos de alívio.

Até meados do século XIX, antes de certas descobertas que possibilitarem a realização de grandes cirurgias, as opções limitavam-se a operar um paciente acordado, com grande risco de infecção (nem precisamos mencionar que eles não tinham antibióticos, outra invenção abençoada de 1929).

Mas, na década de 1840, dentistas americanos se tornaram pioneiros no uso primeiro de óxido nitroso e depois de éter como anestésicos. Este último foi logo adotado na Europa para fins cirúrgicos.

Os instrumentos mostrados acima fazem parte de uma exposição encerrada nesta sexta-feira (31) na Universidade de Drexel (EUA) na Filadélfia, intitulada “A Legacy of Art, Science & Industry: Highlights from the Collections of Drexel University” (em português, “Um legado de arte, ciência e indústria: destaques da coleção da Universidade de Drexel”).

Aproximadamente 90 objetos dos séculos 15 a 20, incluindo pinturas, esculturas, gravuras, desenhos, livros raros, documentos históricos, cartazes políticos e figurinos históricos também estão na amostra.

“Esta exposição lindamente reúne exemplos de criatividade e habilidade que foram preservados por toda a universidade para as gerações”, disse o Dr. Luther Weldon Brady Jr, presidente honorário da exposição. “Estou emocionado por fazer parte de tornar essa coleção disponível, cumprindo o papel pessoal e histórico das coleções da universidade: iluminar o passado e informar e inspirar as novas gerações”.

Fonte: Hype Science | Via Mundo Estranho

Passo Firme – 31/05/2013
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Mogi das Cruzes sedia VII Copa do Brasil Futebol de Amputados

CBFA

Na próxima quinta-feira (30), até o dia 02 de junho, acontece na cidade de Mogi da Cruzes a VII Copa do Brasil Futebol de Amputados. O evento reúne equipes de vários locais do Brasil e terá o atacante da Seleção Brasileira, Rogério Rodrigues, mais conhecido como Rogerinho R9, jogando pela equipe Smel Mogi.

A Copa é organizada pela Associação Brasileira de Deficientes Físicos (ABDDF), Instituto Só Vida e a Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes. “Os melhores jogadores serão escolhidos para disputar a Copa América, que será em setembro, na cidade de Cataguases MG”, afirma Rogerinho.

Uma dificuldade que o jogador driblou foi conseguir que ao menos 7 equipes, das 12 do Brasil, participem do evento. Isso sem falar na alimentação e premiação dos jogadores.

Equipes já confirmadas:

Smel Mogi – Mogi das Cruzes

FA - smel_mogi_campea

ADFEGO – Goiânia

FA - Goiania

AMDA – Minas Gerais

FA-MINAS

Instituto Só Vida – Mogi das Cruzes

fa-instituto

UNI BH – Belo Horizonte

FA - UNIBH

ASSAMA – Maringá PR

FA-ASSAMA

ANDEF – RJ

FA-ANDEF

Fonte: Cosmo Online / Via ABDDF

Passo Firme – 28/05/2013
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Primeiras impressões do encaixe Siocx

siocx

Como estava meio sem tempo para escrever desde que cheguei à São Paulo para manutenção da prótese, resolvi gravar o vídeo abaixo sobre minhas primeiras impressões do SiOCX, o novo encaixe de ‘silicone’ da Ottobock. Como muitos já leram em posts anteriores sobre o assunto, trata-se de um produto em fase de testes e ainda não comercializado nas demais ortopedias do Brasil.

Uma ressalva é válida no momento: tive meu primeiro contato com o produto na terça-feira (14), de modo que ainda é muito… muito cedo para conclusões precipitadas, principalmente comparações mais agressivas com o liner Seal-In, da Ossur, um dos sistemas de suspensão mais utilizados pelas ortopedias para próteses de membro inferior. Porém, já dá para adiantar que a “sensação” e completamente diferente. Muitos irão gostar, acredito!

Veja o vídeo:

Para outras informações sobre o SiOCX, leia também:

A cada novo encaixe… um recomeço

Passo Firme – 15/05/2013
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