Vídeo mostra enfaixamento correto do coto de amputação

A Associação Portuguesa de Amputados (Andamus), em parceria com os estudantes do Curso de Som e Imagem da Universidade Católica daquele país, elaboraram um conjunto de videos didáticos acerca de diversas temáticas em redor da amputação. Neste primeiro vídeo, um fisioterapeuta explica como deve ser a “bandagem”, ou enfaixamento, do coto de um amputado em nível transfemural (coxa). Dicas simples, mas ainda desconhecidas por muitos amputados. Recomendo!

Fonte: Andamus

Passo Firme – 25/06/2014
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Sem dinheiro para cirurgia, chinês amputa sozinho a perna direita

Zheng Yanliang, de 47 anos, começou a sentir fortes dores nas pernas em janeiro de 2011, de acordo com reportagem do “Huffington Post” | Foto: Reprodução
Zheng Yanliang, de 47 anos, começou a sentir fortes dores nas pernas em janeiro de 2011, de acordo com reportagem do “Huffington Post” | Foto: Reprodução

Confesso que não acreditei na notícia quando a li pela primeira vez! Lembram da “mão biônica made in China“? Conheçam agora a mais nova técnica ‘chinesa’ para amputação de membros…

Um pequeno agricultor de Boading (China), que sofre de gangrena decorrente de embolia, amputou sozinho a própria perna direita por não ter dinheiro para pagar a cirurgia de remoção do membro recomendada pelos médicos.

Zheng Yanliang, de 47 anos, começou a sentir fortes dores nas pernas em janeiro de 2011, de acordo com reportagem do “Huffington Post”. Os médicos que o chinês consultou lhe receitaram fortes analgésicos, mas os remédios não fizeram qualquer efeito. Com a saúde deteriorada e sem dinheiro para a amputação, Zheng ouviu dos médicos que só tinha três meses de vida.

O agricultor decidiu reagir. Em uma noite de abril de 2012, ele usou uma serra e uma faca para amputar a perna direita, menos de 14 centímetros abaixo do quadril.

“Usei a faca para cortar a pele a ponto de eu poder ver o osso. Então usei a serra para cortar o osso. Eu tinha um cinto apertando a perna para conter o vazamento de sangue”, disse Zheng ao “Huffington Post”, acrescentando que, durante o doloroso processo, a serra chegou a quebrar uma vez.

O drama do chinês não acabou. Ele precisará amputar a outra perna. Mas, segundo o “Daily Star”, um médico de Xangai se ofereceu para fazer a cirurgia gratuitamente.

A pequena propriedade rural, que garante apenas a alimentação diária da família, está sendo cuidada pela esposa de Zheng. A única filha do casal trocou a escola por um emprego a fim de ajudar os pais.

Fonte: O Globo | Via “Huffington Post”

Passo Firme – 19/10/2013
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Um recomeço de vida! Conheça a bonita história de superação de Kurt Yaeger

O vídeo acima foi sugerido pela leitora do blog Andréa Simões e mostra a história de superação de Kurt Yaeger. Vale a pena conferir!

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

 

“A vida prega muitas partidas mas esta história é a prova que podemos sempre dar a volta. Aqui fica o testemunho de como devemos “arregaçar as mangas” e lutar pelo que queremos da vida, mesmo que não seja pelo percurso mais fácil. Talvez só assim seremos capazes de dar o valor real à vida…”

Leia mais sobre Kurt Yaeger!

Passo Firme – 18/10/2013
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Pé Diabético provoca 60 mil amputações no Brasil

Manter as taxas de glicose controladas e consultar regularmente o médico é de fundamental importância para prevenir tais complicações | Foto: Divulgação
Manter as taxas de glicose controladas e consultar regularmente o médico é de fundamental importância para prevenir tais complicações | Foto: Divulgação

O diabetes mal controlado responde por 70% das cirurgias de amputação de membros inferiores no Brasil, chegando a quase 60 mil amputações anuais, segundo o Ministério da Saúde.

As lesões que se apresentam nas extremidades inferiores dos doentes diabéticos dão origem a uma entidade clínica chamada “pé diabético”. “Infecções ou problemas na circulação nos membros inferiores estão entre as complicações mais comuns”, explicou o angiologista e cirurgião vascular da Santa Casa de Maceió, Jubrant Petruceli (foto abaixo).

“Tais alterações podem causar destruição dos nervos, obstrução das artérias, úlceras, infecções, isquemia ou trombose. Elas começam a ocorrer após alguns anos de diabetes mal controlado”, acrescentou Petruceli.

"A prevenção é a maneira mais eficaz de evitar a complicação", alerta Jubrant | Foto: Primeira Edição
“A prevenção é a maneira mais eficaz de evitar a complicação”, alerta Jubrant | Foto: Primeira Edição

Manter as taxas de glicose controladas e consultar regularmente o médico é de fundamental importância para prevenir tais complicações. A pessoa com pé diabético tem sintomas como: formigamentos, perda da sensibilidade local; dores; queimação nos pés e nas pernas; sensação de agulhadas; dormência; além de fraqueza nas pernas. A questão é que tais sintomas podem piorar à noite, ao deitar.

“O problema é que muitas vezes o paciente com diabetes só procura o atendimento em estágio avançado, com a doença já instalada, tornando o tratamento mais difícil. Por isso a prevenção é a maneira mais eficaz de evitar a complicação”, alertou Jubrant.

PREVENÇÃO – Para prevenir o pé diabético a principal medida é manter os níveis da glicemia controlados, realizar avaliação médica periódica e fazer o exame visual diário dos pés. Neste quesito, o paciente deve examinar os pés diariamente em um lugar bem iluminado. “Se não tiver condições de fazê-lo, diz o angiologista Jubrant Petruceli, será necessário pedir a ajuda a alguém.” Deve-se verificar a existência de frieiras, calos, rachaduras, feridas ou alterações de cor. “Em resumo: é preciso manter os pés sempre limpos. Secar bem, principalmente entre os dedos, com toalha macia e não esfregar a pele”, completou.

Outra dica do especialista é manter a pele hidratada ou passar óleo vegetal, mas não se deve passar entre os dedos ou ao redor das unhas. As unhas, inclusive, merecem um capítulo a parte. Antes de cortá-las, o paciente deve lavá-las e secá-las bem. Para cortar, usar um alicate apropriado ou uma tesoura de ponta arredondada. O corte deve ser quadrado e sem tirar a cutícula. Recomenda-se evitar idas a manicures ou pedicures, dando preferência a um profissional treinado, o qual deve ser informado sobre a doença. Para finalizar, não se devem cortar os calos e nem usar abrasivos.

FALTA DE SENSIBILIDADE – O grande problema do pé diabético é a redução na sensibilidade dos pés, o que leva ao surgimento de ferimentos sem que o paciente perceba, daí a importância de se manter os pés protegidos, não andar descalço de forma a evitar queimaduras na areia da praia, asfalto ou calçada, que podem estar quentes.

Os calçados ideais são os fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza. As mulheres devem dar preferência a saltos quadrados, que tenham, no máximo, 3 cm de altura. É melhor evitar sapatos apertados, duros, de plástico, de coro sintético, com ponta fina, saltos muito altos e sandálias que deixam os pés desprotegidos.

“Além disso, recomenda-se a evitar o uso de calçados novos por mais de uma hora por dia, pelo menos até que estejam macios. Há, no mercado, calçados apropriados que, no momento, certo devem ser prescritos pelo seu médico”, finalizou Jubrant Petruceli.

Fonte: Primeira Edição

Leia mais:

MAIORIA DE PACIENTES COM PÉ DIABÉTICO ATENDIDOS NO RJ ACABA AMPUTADA
PÉ DIABÉTICO: PREVENÇÃO E ADOÇÃO DE PROTOCOLOS MÉDICOS REDUZEM RISCO DE AMPUTAÇÕES
PÉ DIABÉTICO: MELHOR PREVENIR DO QUE AMPUTAR

Passo Firme – 1º/9/2013
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Série Especial “Dor fantasma, sensações fantasma e membro fantasma” | Parte 3 – A influência do fator emocional no processo de reabilitação

O apoio emocional por parte da família é essencial para o êxito da recuperação do paciente
O apoio emocional por parte da família é essencial para o êxito da recuperação do paciente

Por Marilda Pires e Simone Bastos (*)

Como dissemos no início (veja a parte 1 do artigo), a dor tem uma memória e sofre grande influência do fator emocional como nos estados de depressão, ansiedade, etc. e pela proximidade das áreas cerebrais. Pesquisadores têm investigado o modo como estes estados alteram ou estimulam o retorno da dor fantasma.

Nesta fase de luto, deve-se dar uma atenção especial ao tratamento
Nesta fase de luto, deve-se dar uma atenção especial ao tratamento

Cabe a observação que ocorre um luto pela perda daquele segmento e nesta fase deve se ter uma atenção especial no tratamento. Tem sido também relacionado que em datas próximas ao evento do acidente ou da doença que levou a amputação com o aparecimento das sensações e de transtornos emocionais, com relatos dos amputados de sentirem novamente dor, câimbras, tristeza, depressão, mal estar e alteração da pressão arterial.

No nosso dia a dia de trabalho como terapeutas ocupacionais, é comum que no momento de receber a prótese, mesmo passando pelas provas na confecção e modelagem para a mesma, ainda não tenha sido superado o conflito da amputação e comumente há a lembrança do trauma novamente, acontecendo um novo luto.

O processo é longo para absorver a tecnologia assistiva, fazer as adaptações pessoais e para o ambiente que ajudarão na realização das atividades de vida diária e Instrumentais, produtivas e de lazer, incorporando a prótese ao seu cotidiano, para que ela faça parte dos seus movimentos e ações de maneira natural.

Para quem se interessou sobre o assunto, segue alguns links de leituras recomendadas:

Amputados de membros superiores e Terapia Ocupacional | por Eliana Queiroz.

A atuação da terapia ocupacional em Traumato-ortopedia, enfatizando as intervenções em casos de amputações e fraturas | por Janne Azevedo.

Membro Fantasma | por Percepto.

Uma Nova Mão para Bruno | por Mariana Fulfaro.

Cérebro “reconhece” nova mão após 35 anos | por Ana Cristina.

Autoconhecimento: Conheça a história de um campeão anônimo | por Mariana Uchôa.

Como dar apoio psicológico a pacientes amputados | por Mariane Boanato.

(*) Autoras:

20130826 - Marilda PiresMarilda Coelho Barçante Pires | Terapeuta Ocupacional do grupo de amputados do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), centro de referência no tratamento de doenças e traumas ortopédicos de média e alta complexidades.

20130826 - Simone BastosSimone Maria de Bastos | Terapeuta Ocupacional pela Sociedade Unificada de Ensino Superior Augusto Mottae; coordenadora da Câmara Técnica de Saúde Funcional da Terapia Ocupacional, do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito 2); e coordenadora nacional do Grupo de Saúde Funcional da Associação Brasileira de Terapia Ocupacional (Abrato).

Leia também:

Série Especial “Dor fantasma, sensações fantasma e membro fantasma” | Parte 1 – O que são e como acontecem

Série Especial “Dor fantasma, sensações fantasma e membro fantasma” | Parte 2 – Como a Terapia Ocupacional reconhece e trata estes transtornos comuns a vida da pessoa amputada

Passo Firme – 29/08/2013
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Vídeo: Lutador amputado vence em estréia no WSOF

Nick Newell, lutador sem a mão e parte do antebraço esquerdos, está invicto no MMA
Nick Newell, lutador sem a mão e parte do antebraço esquerdos, está invicto no MMA

Lutador com amputação congênita no antebraço esquerdo, Nick Newell mostrou para o mundo que suas limitações físicas não são impeditivos para atuar em alto nível no MMA profissional e mantém-se invicto na carreira com 10 vitórias consecutivas.

O profissional americano de 27 anos enfrentou no último sábado (10) Keon Candwell pelo evento WSOF 4, promoção em franca ascensão que busca fazer frente ao UFC com grandes atletas de alto nível em seus espetáculos.

Nick mostrou por mais uma vez que é capaz de atuar como profissional independentemente de sua amputação, mostrando-se invejável em sua técnica e preparo físico como atleta, finalizando seu adversário.

Assista abaixo a luta:

Fonte: MMA Space

Leia também:

“LUTAR COM UM BRAÇO É ALGO MALUCO”, DIZ PRESIDENTE DO UFC

Passo Firme – 12/08/2013
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Pato amputado recebe uma perna mecânica impressa em 3D

O pato, chamado de Buttercup, nasceu em um laboratório de uma escola americana.
O pato, chamado de Buttercup, nasceu em um laboratório de uma escola americana.

Após o nascimento, os veterinários perceberam que ele possuía um defeito grave na perna, por ter nascido voltada para trás. A perna necessitou ser amputada.

Agora, Buttercup recebeu uma nova perna fabricada com a tecnologia de impressões em 3D. A prótese foi produzida por engenheiros da Novacopy. Em ‘apenas’ 13 horas, o processo de impressão, que utiliza polímeros plásticos, foi concluído.

O pé possui silicones flexíveis que permitem um perfeito andar. O vídeo abaixo mostra o comportamento do pato após receber a prótese:

Fonte: Jornal da Ciência | Portal R7

Passo Firme – 05/07/2013
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Pauê inicia travessia oceânica de 400km

Pauê é o primeiro surfista biamputado do mundo, e divide sua agenda atual entre palestras de incentivo pessoal em grandes empresas, treinos de triathlon, canoagem oceânica e surf.
Pauê é o primeiro surfista biamputado do mundo, e divide sua agenda atual entre palestras de incentivo pessoal em grandes empresas, treinos de triathlon, canoagem oceânica e surf.

Pauê foi o primeiro surfista biamputado do mundo; ele fará parte do Desafio Superágua

Dez dias dentro de um caiaque oceânico remando mais de 400 quilômetros partindo de Parati (RJ) com destino a Santos (SP). Esta será a meta que o paraatleta (biamputado) surfista/campeão de triathlon e canoísta Paulo Eduardo, o Pauê, terá que cumprir desde a última quarta-feira (05) e o dia 15 de junho, no desafio Superágua.

– Os principais objetivos desse projeto (Superágua) serão divulgar a canoagem adaptada e estimular jovens sadios ou com limitações a conhecerem o mundo através da prática do esporte – explicou Pauê, que ainda deu mais detalhes sobre a construção do projeto:

– No final de 2008 fiz a transição da prática do triathlon para a canoagem, trabalhando inicialmente com curtas distâncias. Acabei pegando gosto pelo endurance e fiz, em 2011, uma travessia pelas praias do Guarujá, cerca de 38km, na companhia do Fabio Paiva. Tive mais certeza da capacidade de realizar esse feito depois que dei a volta na Ilha de Santo Amaro, onde percorri 76km em 10h e 45min. Esse foi o “start” para começar a planejar o projeto.

Após a travessia de canoa de Parati até Santos, que será acompanhada por uma equipe de apoio com cinegrafista, médico, marinheiro, gerente geral do projeto, produtor e assistente, o Superágua será transformado em um documentário e material para palestras que serão ministradas nas principais universidades de Educação Física do Estado de São Paulo.

– Hoje eu treino cerca de duas horas diariamente, cerca de 10 a 15km de remada. Uma vez por semana faço um treino longo, cerca de 30 a 40km com duração de quatro a cinco horas. Quero muito poder contar essa história para os outros depois da travessia – revelou Pauê.

pauê

Pauê é o primeiro surfista biamputado do mundo, e divide sua agenda atual entre palestras de incentivo pessoal em grandes empresas, treinos de triathlon, canoagem oceânica e surf. Com uma experiência de nove anos como palestrante, já realizou apresentações em mais de 100 multinacionais.

No lado esportivo como triatleta, Pauê, que é formado em fisioterapia, tem o título de campeão mundial de triathlon (2002), pentacampeão brasileiro de triathlon (2002 a 2006) e tetracampeão internacional de triathlon (2002, 2003, 2006 e 2007) como suas principais conquistas. Como surfista, utilizando sua própria técnica em se equilibrar na prancha de joelhos, Pauê já domou ondas em diversas praias nos quatro cantos do mundo. Desde 2009, dedica-se a modalidade de canoagem oceânica. Fora das águas do mar ou das pistas de corrida, Pauê dedica-se à criação de diversos projetos esportivos com foco em endurance e inclusão social.

Em seu currículo possui também a autoria de sua própria biografia batizada de “Caminhando com as próprias pernas”, publicado em 2008 e o documentário “Pauê – O Passo de Um Vencedor”, filme que registra a vida e os momentos de superação do paraatleta, lançado em maio de 2013.

Fonte: LanceNet

Passo Firme – 07/06/2013
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Tecnologia aumenta inclusão de portadores de deficiência

Lokamat: simulador de movimentos que ajuda na reabilitação, reduzindo o esforço do terapeuta (www.arrayamed.com.br/). Foto: Divulgação / Hocoma
Lokamat: simulador de movimentos que ajuda na reabilitação, reduzindo o esforço do terapeuta (www.arrayamed.com.br/). Foto: Divulgação / Hocoma

Novidades que facilitam a vida e aumentam a independência foram apresentadas na segunda maior feira de acessibilidade do mundo

Cadeira de rodas para terrenos acidentados, aparelho auditivo com bluetooth e um aplicativo que dá voz a quem perdeu essa habilidade por conta de um acidente ou já nasceu sem ela. Estas foram algumas das novidades apresentadas na 12ª edição da Reatech, a segunda maior feira de acessibilidade do mundo, encerrada no último dia 22 de abril, em São Paulo. Com o lema “Desperte para a inclusão”, o evento mostrou a profissionais e gestores de saúde e ao público em geral, tecnologias e novas propostas para aumentar a inclusão de portadores das mais variadas deficiências.

Um dos principais destaques da feira foi a cadeira de rodas apresentada pela empresa brasileira Vemex. Batizada de Strix, ela foi projetada para diminuir a trepidação em terrenos acidentados – isso inclui as ruas esburacadas e as calçadas irregulares das grandes cidades brasileiras.

João Horta, 29, estudante de engenharia mecânica e um dos idealizadores do projeto, conta que o diferencial está no sistema de amortecimento da cadeira.

“O sistema funciona com um fluido e um software de leitura do terreno, ou seja, quando ele sente uma vibração que não era pra prevista, em milésimos de segundo o software lê o problema e manda um sinal pra bateria, que envia uma carga ao amortecedor aumentando a viscosidade do óleo dentro do sistema de amortecimento”, explica Horta. Isso faz com que o amortecedor se adapte à necessidade apresentada e trabalhe mais lento ou rapidamente, podendo até mesmo travar o amortecimento completamente.

Outra tecnologia que agradou aos visitantes foi um aparelho auditivo com conectividade bluetooth. Com ele, o usuário não precisa mais se preocupar com os ruídos externos ao atender ao celular ou assistir a um filme: ele se conecta diretamente a celular, TV e outros aparelhos e, caso solicitado, isola qualquer outro som ambiente, atendendo justamente a uma das maiores reclamações dos deficientes auditivos.

“Dependendo do tipo do aparelho usado, os pacientes tinham dificuldades para escutar a voz de alguém ao telefone e, muitas vezes, a proximidade do aparelho auditivo com o telefone gerava microfonia, como um apito forte no ouvido”, esclarece a fonoaudióloga e coordenadora do Departamento de Audição da Oto-Sonic, Elisabetta Radini.

Fonte: IG Saúde

Passo Firme – 26/04/2013
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Falsa imagem do cantor Roberto Carlos com perna mecânica se espalha pelo Facebook

roberto-carlos-com-protese-na-perna

Internautas se mostram assustados com desconhecimento da deficiência física do artista.

Uma foto do cantor Roberto Carlos com uma prótese na perna direita tem repercutido nas redes sociais. Esta apresenta o artista de bermuda enquanto acena para fotógrafos e fãs. A imagem traz a frase “Disseram que esta cena jamais seria vista… Erraram”. O conteúdo já recebeu mais de 1200 curtidas e 13 mil compartilhamentos no Facebook.

Na verdade, tudo não passa de uma montagem. A fotografia original exibe o cantor vestindo calças claras, e foi retratada na saída do Theatro Municipal do Rio, em 2008. Vale ressaltar que de fato o artista sofreu um acidente ainda quando criança, sendo atropelado por uma locomotiva e tendo que amputar a perna. Porém ele prefere evitar comentar sobre o assunto, o que evidencia que também não apareceria em público exibindo a prótese.

Fonte: Techmestre.com

Passo Firme – 25/04/2013
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Reatech 2013: tetraplégico escreve com os olhos e deficiente ouve via bluetooth

Homem utiliza aparelho auditivo com conexão via bluetooth a eletrônicos como TV e celular (Foto: Divulgação)
Homem utiliza aparelho auditivo com conexão via bluetooth a eletrônicos como TV e celular (Foto: Divulgação)

Empresas mostram tecnologias para melhorar a vida de deficientes. Evento, que ocorre até o próximo domingo (21),  traz campainha para surdos e dispositivo que ‘traduz’ para o braille. Além de dar voz a multidões, a tecnologia também pode dar a chance de deficientes auditivos ouvirem melhor e tetraplégicos escreverem.

Algumas dessas inovações deram forma a produtos, que mostrados na Feira Internacional de Tecnologia em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech), que começou na quinta-feira (18) e termina no domingo (21), em São Paulo. “Em vez de usar a tecnologia para ficar falando mal dos outros no Facebook, a gente faz a vida das pessoas melhor”, disse Daniel Bronzeri, da empresa Métodos Soluções Inteligentes, um dos 300 expositores do evento. “A tecnologia tem esse poder”, afirma.

Computador desenvolvido para pessoas com deficiências motoras executa tarefas ao rastrear o olhar dos usuários (Foto: Divulgação)
Computador desenvolvido para pessoas com deficiências motoras executa tarefas ao rastrear o olhar dos usuários (Foto: Divulgação)

AUDIÇÃO VIA BLUETOOTH – A companhia vai apresentar em primeira mão a campainha para surdos. Chamado de Vibra Bell, o aparelho acopla uma câmera instalada ao botão da campainha, funciona em conjunto com um aplicativo e é conectado à internet. Toda a estrutura foi desenvolvida sobre o sistema operacional Android, do Google.

Quando tocado, o dispositivo dispara uma foto, que é enviada para o app do serviço instalado no smartphone do surdo. Com isso, diz Bronzeri, é possível saber não só que há alguém na porta, mas também identificar o indivíduo. Segundo ele, a empresa trabalha em uma nova função que abrirá a porta à distância. “O aplicativo tem maiores possibilidades, como para pessoas que têm mobilidade reduzida.”

Deficientes auditivos também são o foco da Oto-Sonic. A empresa é distribuidora da fabricante de aparelhos auditivos Bonafon, criadora de um dispositivo que daria inveja aos fãs dos fones mais modernos. É um aparelho auditivo que se conecta por bluetooth a aparelhos eletrônicos, como TVs, telefones fixo e móvel, tablets, computadores e GPS.

Aparelho da Linha Braille Brailliant traduz os caracteres de telas de computador, celula e tablets para o Braille. (Foto: Divulgação)
Aparelho da Linha Braille Brailliant traduz os
caracteres de telas de computador, celula e tablets
para o Braille. (Foto: Divulgação)

Mesmo usando aparelhos, os deficientes auditivos possuem dificuldade para ouvir os sons emitidos pela televisão, computadores e GPS, conta Elizabetta Radini, fonoaudióloga responsável pelo Departamento de Audição da Oto-Sonic. “O som vai se propagando no ar e perdendo energia. Dependendo do tamanho da sala, o som chega baixo ou distorcido”, explica.

Já a complicação com celulares e telefones decorre porque o captador de áudio do aparelho auditivo fica em cima da orelha. “Não dá para ouvir e falar ao mesmo tempo.”

O aparelho funciona assim: um adaptador é ligado aos eletroeletrônicos que não possuem canal direto de bluetooth para conectá-los ao aparelho auditivo –celulares e tablets não precisam de intermediação. Por meio do bluetooth, o som vai direto ao ouvido. Para controlar o som e atender ligações, o usuário carrega uma espécie de controle, que também serve como microfone.

O aparelho começou a ser importado para o Brasil no ano passado e já é utilizado, conta Randini. “Temos um paciente que não atendia ligações. Hoje, ele brinca que é o telefonista da casa.” Outra paciente, uma médica, costumava assistir cirurgias no iPad, mas sem áudio. Agora, ela já pode ouvir os comentários dos cirurgiões durante o procedimento.

OUTRAS TECNOLOGIAS – A feira também apresenta produtos tecnológicos para tetraplégicos. A Civiam leva computadores e tablets para deficientes motores, que permitem digitar com os olhos. O sistema de rastreamento ocular identifica para qual tecla o usuário está olhando e a escreve na tela.

Deficientes visuais não foram esquecidos. Há aparelhos portáteis que leem textos por eles para depois lhes narrar o conteúdo e dispositivos traduzem os caracteres exibidos em telas de computador, celula e tablets para o Braille.

Serviço

O que é: Reatech 2013| XII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

Quando: 18 e 19 de abril (das 13h às 21h) e 21 e 22 de abril (10h às 19h).

Onde: Centro de Exposições Imigrantes – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5

Entrada: Gratuita

Mais informações: www.reatech.tmp.br

Fonte: G1

Leia também sobre a Reatech:

“BELEZA E DEFICIÊNCIA NÃO SÃO OPOSTOS”, AFIRMA ‘FOTÓGRAFA DA INCLUSÃO’
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Passo Firme – 20/04/2013
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Reatech 2013: confira alguns dos eventos que ocorrerão paralelamente à feira

50 mil visitantes são esperados na Reatech este ano
50 mil visitantes são esperados na Reatech este ano

A próxima edição da Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, a maior do setor de reabilitação, inclusão social e acessibilidade do país e uma das maiores do segmento no mundo, será realizada de 18 a 21 de abril de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Com o objetivo de disseminar o conceito da inclusão social, a feira apresentará as novas tecnologias e lançamentos do setor, além de oferecer aos visitantes um palco com shows e desfiles, equoterapia, test-drive de carros adaptados, quadra esportiva e as seguintes atividades, com a participação de renomados especialistas:

XII Seminário de Tecnologias de Reabilitação e Inclusão (Reasem);
Simpósio Brasileiro de Fisioterapia do Trabalho (Simbrafit);
IV Seminário de Tecnologias Avançadas em Fisioterapia (Tecfisio);
Fórum Lei de Cotas e Trabalho Decente para Pessoa com Deficiência;
Oficina “Alfabetização no Sistema Braille, uma Iniciativa para Inclusão Social”;
Reashow – Seminário dos Expositores (McDonald’s, Itaú, Senac, Andef e Instituto Mara Gabrilli, entre outros);
Palestras do Comitê Paraolímpico Brasileiro(CPB);
Curso Pet (terapia assistida por animais);
Workshop prático de equoterapia;
Seminário do Terceiro Setor; e
IV Seminário “A Sexualidade na Vida da Pessoa com Deficiência”.
Dentro do Workshop Internacional, no dia 20/4 (sábado), das 9h00 às 17h00, haverá uma palestra de Curt Prewitt, especialista norte-americano de recuperação em equipamentos e sistemas posturais para crianças e adultos.

Além disso, a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, por meio do programa “Viver sem Limites”, do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD), apresentará o II Fórum Nacional sobre Tecnologia Assistiva.

Com entrada gratuita, a feira é aberta a visitantes e público profissional, tais como assistentes sociais, profissionais de clínicas e hospitais, educadores, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, pedagogos, terapeutas, principalmente o terapeuta ocupacional e estudantes.

Segundo José Roberto Sevieri, diretor do Grupo Cipa Fiera Milano, promotor e organizador da Reatech, o objetivo da feira é trazer e despertar um novo olhar sobre a realidade dos mais de 45 milhões de brasileiros (9 milhões somente no Estado de São Paulo) com algum tipo de deficiência que enfrentam dificuldades de acesso à saúde, ao trabalho, a atividades culturais e sociais.

Paralelamente à feira acontecem dois eventos simultâneos: a Feira Internacional de Tecnologias em Fisioterapia e a Feira Nacional da Pessoa Idosa.

SERVIÇO:

O quê: Reatech 2013 – XII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade;
Data: De 18 a 21 de abril de 2013;
Horário: Nos dias 18 e 19, das 13h00 às 21h00; nos dias 20 e 21, das 10h00 às 19h00;
Local: Centro de Exposições Imigrantes;
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo (SP). A feira oferece transporte gratuito (ida e volta), que sairá todos os dias da Estação Jabaquara do Metrô – Rua Nelson Fernandes, 400, ao lado do terminal de ônibus;
Informações e inscrições: Para mais informações, acesse www.reatech.tmp.br. A entrada é gratuita.

Fonte: Instituto ETHOS

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Passo Firme – 10/04/2013
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Reatech 2013: Organização do evento divulga mais detalhes da pprogramação

reatech

Evento com as mais novas tecnologias acessíveis, produtos e serviços para pessoas com deficiência – de 18 a 21 de abril – no Centro de Exposições Imigrantes/SP

A próxima edição da maior feira do setor de reabilitação, inclusão social e acessibilidade do país e uma das maiores do segmento no mundo, a 12ª Reatech | Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, acontecerá de 18 a 21 de abril de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Com o objetivo de disseminar o conceito da inclusão social, a feira apresentará as novas tecnologias e lançamentos do setor, além de oferecer aos visitantes um palco com shows e desfiles, equoterapia, test-drive de carros adaptados, quadra esportiva e seminários com a participação de renomados especialistas.

Entre os expositores este ano estão: REASEM | XII Seminário de Tecnologias de Reabilitação e Inclusão; SIMBRAFIT | Simpósio Brasileiro de Fisioterapia do Trabalho; TECFISIO | IV Seminário de Tecnologias Avançadas em Fisioterapia; Fórum Lei de Cotas e Trabalho Decente para Pessoa com Deficiência; Oficina: Alfabetização no Sistema Braille, uma iniciativa para inclusão social; Seminário do Terceiro Setor; Reashow | Seminário dos Expositores (McDonald’s, Itaú, Senac, ANDEF e Instituto Mara Gabrilli, entre outros); Palestras do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro); Curso Pet (terapia assistida por animais); Workshop prático de equoterapia; Seminário do Terceiro Setor e IV Seminário: A Sexualidade na Vida da Pessoa com deficiência.

Dentro do Workshop Internacional, no dia 20/04 (sábado), das 9h às 17h, palestra com Curt Prewitt – especialista norte-americano de recuperação em equipamentos e sistemas posturais para crianças e adultos, com foco na tecnologia assistiva. Nesta mesma linha, a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, através do programa “Viver sem limites” do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD), apresentará o II Fórum Nacional sobre Tecnologia Assistiva.

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PÚBLICO – A 12ª Reatech contará com 300 expositores em uma área de 35 mil m2, além de público estimado em 50 mil visitantes. O evento reunirá agências de emprego (com mais de 7.000 vagas voltadas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida), instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas, departamentos de recursos humanos, indústrias farmacêuticas e dos segmentos de animais treinados, aparelhos auditivos, equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal, próteses e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.

Com entrada gratuita, a feira é aberta a visitantes e público profissional, tais como assistentes sociais, profissionais de clínicas e hospitais, educadores, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, pedagogos, terapeutas, principalmente o terapeuta ocupacional e estudantes.

Segundo José Roberto Sevieri, diretor do Grupo Cipa Fiera Milano, promotor e organizador da Reatech, o objetivo da feira é trazer e despertar um novo olhar sobre a realidade dos mais de 45 milhões de brasileiros (9 milhões somente no Estado de São Paulo) com algum tipo de deficiência que enfrentam dificuldades de acesso à saúde, ao trabalho, a atividades culturais e sociais.

Paralelo à feira também acontecem dois eventos simultâneos: Feira Internacional de Tecnologias em Fisioterapia e Feira Nacional da Pessoa Idosa.

Confira abaixo outros destaques da programação da 12ª Reatech:

Show do artista Geraldo Magela “Ceguinho” – “Só Quero Ver Na Copa”

No dia 20/04 (sábado), às 14h, o Sindicato das Auto Moto Escolas e CFC’s no Estado de São Paulo promovem, em seu estande (Rua 300 nº 323), o show do artista Geraldo Magela “Ceguinho” – “Só Quero Ver Na Copa”.

A Mais Diferenças, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, traz desde shows a rodas de conversa, passando por um cinema feito para todos, um túnel que estimula percepções sensoriais e oficinas com instrumentos musicais inclusivos:

musicaMusicais Diferenças

Um espaço dedicado à inclusão através da música, cujo projeto, fruto de uma parceria firmada no ano passado com o centro tecnológico e musical Drake Music, da Inglaterra, visa mostrar a capacidade desta arte em romper barreiras. Clipes gravados pelos alunos com deficiência da Drake, que fazem música com instrumentos e Tecnologia Assistiva, serão exibidos durante a feira. O rapper Billy Saga, presidente do Movimento Superação, e o músico associado da Drake, Ben Glass, entre outros artistas, irão interagir ao vivo com os vídeos em um show, onde um VJ mixará todos esses registros audiovisuais. O público poderá conhecer instrumentos acessíveis inéditos no Brasil e, através de oficinas, gravar suas produções musicais

cinema-inclusãoCinema Inclusão

Este projeto de cinema abre as portas da linguagem cinematográfica a todas as pessoas, equiparando as oportunidades de acesso à cultura e informação. Para isso lança mão de um conjunto de recursos de acessibilidade: menu acessível, janela de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), subtitulação e audiodescrição. Diversas sessões do Cinema Inclusão serão realizadas no decorrer dos quatro dias de feira.

tunel-sensorialTúnel Sensorial – Experiência com sentido

Uma maneira diferente de sentir o mundo: os visitantes entram em um túnel inflável que dispõe de diversos recursos sensoriais, com venda nos olhos. Descalços, os pés sentem durante a passagem variações no solo e as mãos as mais diversas texturas. Em outro momento, experiências olfativas e por fim, já sem a venda, as pessoas vivenciam o que é ouvir sem ver, o que é enxergar sem que sons lhe acompanhem e o que é olhar para algo mesclado a uma sonoridade que não lhe pertence, onde em poucos minutos, diversas sensações são vividas ao mesmo tempo em que outros sentidos são potencializados.

SERVIÇO     

Reatech 2013| XII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

18 a 21 de abril

ENTRADA GRATUITA

Dias: 18 e 19, das 13h às 21h

20 e 21, das 10h às 19h

Local: Centro de Exposições Imigrantes

Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil

Eventos Simultâneos: Feira Internacional de Tecnologias em Fisioterapia e Feira Nacional da Pessoa Idosa

Transporte Gratuito – Estação do Metrô Jabaquara – Saída de Vans na Rua Nelson Fernandes, 400.

Fonte: Assessoria

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Passo Firme – 02/04/2013

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Paciente recebe prótese biônica ‘inteligente’ no lugar de antebraço

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Avaliado em R$ 150 mil, aparelho é acionado com movimentos do cotovelo

Um paciente de 58 anos no Reino Unido recebeu uma prótese biônica “inteligente”, com eletrodos que captam movimentos dos músculos do cotovelo e acionam os dedos eletronicamente. Chamada de “Michelangelo”, a prótese pioneira na tecnologia mioelétrica é avaliada em 47 mil libras (cerca de R$ 150 mil). Seu formato é similar ao de uma mão humana, com dedos e polegar, e ela permite segurar objetos pesados, amarrar cordas, subir escadas, entre outras atividades, de acordo com o jornal britânico “Daily Mail”.

O engenheiro Chris Taylor (foto), que recebeu o “antebraço biônico” da clínica particular Dorset Ortopédica como teste, perdeu parte do membro direito há quatro anos, em um acidente de moto aquática.

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O objeto foi desenvolvido na Alemanha e nos Estados Unidos e usa um software para controlar a mão e fazê-la abrir, fechar, segurar objetos e outros movimentos, baseando-se na contração dos músculos do cotovelo captados pelos eletrodos. “É uma sensação estranha mover [a prótese] e sentir que eu sou capaz de fazer coisas que eu não podia por muito tempo”, disse Taylor ao jornal britânico. “Obviamente não é tão boa quanto uma mão normal, mas é melhor que outras próteses que eu tive.”

A prótese usa uma bateria que dura 20 horas, e precisa ser recarregada por quatro horas ininterruptamente. Ela é formada com ligas de metal, plástico e outros materiais. “O que diferencia esta prótese de outras é o fato de ela ser ‘inteligente’ e ter um polegar móvel. A mão tem um software que faz o mesmo que uma pessoa comum, como ao pensar ‘feche sua mão’ – ela fecha automaticamente. Há sensores que enviam as mensagens dos músculos do cotovelo para a mão”, afirmou ao “Daily Mail” o diretor da clínica, Bob Watts.

Fonte: Bem Estar / Via  Daily Mail

Passo Firme – 24.01.2013

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Nadador amputado quebra recorde mundial na Bélgica

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Segundo os organizadores, ele é o primeiro nadador amputado a realizar tal feito

O nadador paralímpico francês Philippe Croizon (foto) quebrou na última quinta-feira (10) o recorde mundial de profundidade de mergulho para atletas amputados, em um evento na Bélgica. Ele mergulhou 33 metros de profundidade em uma piscina de treinamento profissional na cidade de Bruxelas, Bélgica, e quebrou o recorde mundial com ajuda de uma equipe de mergulhadores. Para suas travessias, o recordista utiliza próteses com adaptação nas pernas para poder mergulhar.

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Philippe Croizon sofreu um grave acidente em 1994, aos 26 anos. Ele foi atingido por uma descarga elétrica que, posteriormente, obrigou à amputação dos dois braços e das duas pernas.  Conhecido pelo projeto “Nadar além das fronteiras”, Croizon já atravessou a nado, os estreitos de estreito de Behring, no continente asiático, Gilbraltar, que liga o Mediterrâneo ao Oceano Atlântico, e e o mar Vermelho, que une a Oceania, a África e a Ásia.

Com 44 anos, Croizon foi também o primeiro atleta amputado a atravessar o Canal da Mancha (entre França e Inglaterra) a nado presente no Nemo33 Diving Center, em Bruxelas. Após a marca inédita, Philippe Croizon foi muito celebrado pela equipe presente no Nemo33 Diving Center, em Bruxelas.

Fonte: Terra e Folha Online / Via Reuters

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Passo Firme – 12.01.2013
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