O futuro em 2111 – até onde chegaremos?

Estima-se que, no futuro, não seremos limitados pelo corpo. Poderemos enxergar no escuro, subir pelas paredes, correr a grandes velocidades, levantar cargas pesadas e até voar. Uma prova de que a ciência já está trabalhando para tornar esse futuro possível é mostrada nesse documentário do Discovery Channel (assista). Nele testam um exoesqueleto que torna um homem cinco vezes mais forte, apresentam um dispositivo sensorial que permite a um cego enxergar, e mostram como os avanços da nanotecnologia conseguem imitar a aderência de algumas espécies de animais a qualquer superfície. Com capacidades e sentidos mais desenvolvidos, nascerá um novo modelo de humano: os Super-humanos. Até onde chegaremos?

Fonte: Discovery Channel

Passo Firme – 07/03/2014
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“Eu nasci de novo!”, diz jovem que substituiu braço por ‘prótese biônica’

Muito boa essa reportagem do Discovery Channel sobre a prótese mioelétrica de mão Michelangelo, da Ottobock, com base na história do Patrick Mayrhofer (foto), aquele austríaco que em 2010 decidiu amputar a mão para substituí-la por uma prótese. O caso gerou muita repercusão na imprensa mundial na época e a matéria mosta justamente como está o Patrick após pouco mais de dois anos de protetização. Assista e confira o que o futuro nos reserva!

Depois de um grave acidente que deixou sua mão direita inutilizada, Patrick decidiu amputar o braço para colocar uma prótese que, segundo ele, o fez nascer pela segunda vez.

Patrick

Fonte: TV Uol / Via Discovery Channel

Leia mais sobre a história do Patrick:

Mão biônica controlada pelo cérebro funciona bem após um ano

Passo Firme – 30.01.2013  Curta e compartilhe a página do Passo Firme no Facebook!

Mais um biamputado escala montanhas com próteses especiais

Muita gente não acredita que tudo é possível, mas o ser humano cada vez se supera mais e quando achamos que chegou ao final da linha, alguém nos prova que é possível ir mais longe. Quem poderia imaginar uma pessoa com as duas pernas amputadas poder voltar a escalar montanhas?

O americano Hugh Herr (foto) provou ser possível quando se tem um objetivo e foco. Ele teve suas duas pernas amputadas após uma expedição em New Hampshire aos 17 anos, onde ele e um amigo ficaram isolados depois de uma nevasca.

Para escalar ele desenvolveu próteses especiais, com alto nível de complexibilidade e resistência, no laboratório do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em que ele trabalha.

Para Hugh a escalada não é apenas por prazer, já que ele é um cientista e quer desenvolver cada vez mais as próteses para ajudar a pessoas. A grande questão para o biofísico é “Como todos os processos que interferem imperceptivelmente no corpo humano em cada passo, torção ou salto, poderiam ser comandados por um computador? Ele sonha com próteses que permitam a vítimas de acidentes, amputações e guerras reconquistar sua liberdade de movimento”

A liberdade de Hugh e a confiança é tão grande que ele simplesmente fala “Podemos ir”, após concluir seus cálculos de como escalar a rocha, tira uma chave Allen (uma chave de parafusos sextavada) do bolso da calça e completa: “Só preciso aparafusar as minhas pernas”.

Fonte: Site Deficiente Físico

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Passo Firme – 06.08.2012
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Alpinista biamputado escala o Everest em série do Discovery Channel

O Discovery Channel mostra em sua série “Everest: O Preço da Escalada”, as dificuldades enfrentadas por uma equipe de 11 alpinistas – três deles guias profissionais – para chegar ao cume do Everest. A série de seis episódios ainda registra a histórica escalada do neozelandês Mark Inglis, o primeiro alpinista sem pernas a chegar ao topo da montanha.

Mark Inglis perdeu as suas duas pernas abaixo do joelho em 1982, devido ao frio, quando se encontrava a escalar o Monte Cook, o ponto mais alto da Nova Zelândia, e ficou preso a meio da subida por causa de fortes tempestades. Permaneceu 2 semanas numa cavidade no gelo, lutando pela sua vida, juntamente com o seu companheiro de viagem, Phil Doole. O acidente, contudo, não afastou o neozelandês das montanhas. Em 2004, Mark, para “treinar”, subiu o Monte Cho Oyu, no Tibete, que tem 8201 metros de altitude. 24 anos depois de perder as pernas, Inglis encara um dos maiores desafios de qualquer alpinista e parte para a expedição no Everest com o auxílio de próteses de fibra de carbono. Com este feito, foram angariados centenas de dólares, para um centro do Cambodja, que reabilita amputados, vítimas de poliomielite e outras pessoas com deficiência motora.

Inglis realizou sua histórica escalada entre os meses de abril e maio de 2006, a segunda temporada de alpinismo mais mortífera já registrada na história. Logo no primeiro episódio, vê-se que a escalada do Everest tornou-se uma indústria: o acampamento base, local de onde os alpinistas partem para a escalada propriamente dita, parece mais uma pequena cidade colorida, tantas são as barracas armadas na neve. O número de alpinistas no local é recorde.

Alpinistas experientes misturam-se a outros nem tão preparados, o que aumenta os riscos de acidente e mesmo de morte –na série, o líder da equipe, o neozelandês Russell Brice que há 25 anos leva pessoas ao “teto do mundo”, se irrita com um dos integrantes do grupo que teima em não seguir suas instruções, pondo em risco sua própria segurança.

O congelamento das extremidades, como aconteceu com Inglis, é apenas um dos riscos dos aventureiros. A falta de ar –que se torna rarefeito à medida que o grupo avança– é um dos principais problemas da escalada e surgem os riscos de edema cerebral e ataque cardíaco. Na “zona da morte”, acima de 7.930 metros, a temperatura chega a – 40ºC e o nível de oxigênio é 70% mais baixo do que ao nível do mar.

A série também registra momentos em que alpinistas perdem o senso de orientação e começam a ter alucinações. Um médico americano que acompanha o grupo liderado por Russel Brice se sente impotente ao tentar auxiliar um indiano de outra equipe que quase morre durante a escalada. “Não há muito o que fazer. Aqui, só sei um pouco mais do que os outros”, diz o médico, enquanto alguns homens abandonam a escalada para levar o companheiro de volta ao acamapamento base.

A dramaticidade da situação é ainda maior, pois resgates com helicópteros são impossíveis na região, já que o ar do local não dá sustentação ao aparelho. E o hospital mais próximo está a oito horas de viagem, em Katmandu, no Nepal. Enquanto o telespectador toma ciência destes dados e acomapanha as dificuldades do grupo, a questão que fica é: por qual razão estes homens se sacrificam tanto e colocam em risco a própria vida? Seria o sentimento de superação e poder? Os breves momentos de êxtase de estar onde poucos estiveram? Talvez. A série não tenta solucionar a questão, mas acompanhar a jornada já vale a pena.

Fonte: 24 Horas News / Extraído de: Turismo Adaptado

Passo Firme – 13.02.2012
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